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O tempo transforma tudo
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Role para explorar


A Maison
Champagne nasce do encontro entre origem, precisão e tempo. Chardonnay, Pinot Noir e Meunier podem compor o assemblage; a segunda fermentação acontece na própria garrafa e a maturação sobre as leveduras constrói textura, complexidade e fineza.
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Na elaboração pelo método tradicional, o vinho-base é definido antes da tiragem. Leveduras e açúcar de tiragem iniciam uma nova fermentação dentro da garrafa, responsável pela formação natural das borbulhas e pela pressão característica do Champagne.

Depois da maturação, o remuage conduz os sedimentos ao gargalo. O dégorgement os remove, e o dosage final ajusta o equilíbrio antes do fechamento definitivo da garrafa.


Essência
Origem
Champagne
Elaboração
Método tradicional
Composição
Uva branca
Chardonnay
Uva tinta
Pinot Noir
Estrutura
Meunier
Assinatura
Assemblage
Etapas
Segunda fermentação
Da tiragem ao acabamento
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Tiragem
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Prise de mousse
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Maturação sobre as leveduras
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Remuage
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Dégorgement
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Dosage
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Repouso final
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Serviço
Estilo



Origem
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Tudo começa na uva. Acidez, maturidade, sanidade e expressão do terroir orientam a seleção da matéria-prima que dará origem aos vinhos-base.
Etapas da elaboração
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Vindima
Colheita e seleção das uvas no ponto adequado de maturação.
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Prensagem
Prensagem delicada para preservar frescor e pureza aromática.
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Vinificação
Fermentação dos mostos para formar vinhos-base secos e precisos.
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Assemblage
Combinação de variedades, parcelas ou vinhos de reserva para construir equilíbrio e identidade.
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Maturação
Tempo sobre as leveduras para desenvolver textura, autólise e complexidade.
Origem
“O tempo não é espera: é parte da elaboração.”

Na elaboração pelo método tradicional, cada etapa preserva frescor, equilíbrio e identidade: da seleção das uvas ao assemblage, da segunda fermentação em garrafa à maturação sobre as leveduras.

 

Na elaboração pelo método tradicional, cada etapa preserva frescor, equilíbrio e identidade: da seleção das uvas ao assemblage, da segunda fermentação em garrafa à maturação sobre as leveduras.



Terroir
Solo, exposição, clima e manejo do vinhedo influenciam diretamente a matéria-prima. No Champagne, a diversidade de parcelas e variedades permite construir profundidade sem perder precisão.
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Chardonnay tende a contribuir com tensão e elegância; Pinot Noir pode oferecer estrutura e corpo; Meunier costuma acrescentar fruta e acessibilidade. O assemblage define como essas características se encontram.


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Método tradicional
A efervescência do Champagne é criada na própria garrafa. Após a tiragem, a segunda fermentação forma dióxido de carbono que permanece dissolvido no vinho e dá origem às borbulhas.
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Método tradicional
O contato prolongado com as leveduras transforma textura e aroma, adicionando camadas sem substituir o caráter do vinho-base.
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O remuage movimenta gradualmente a garrafa para concentrar os depósitos no gargalo. O processo prepara o vinho para o dégorgement, etapa em que os sedimentos são retirados.

 

Na elaboração pelo método tradicional, cada etapa preserva frescor, equilíbrio e identidade: da seleção das uvas ao assemblage, da segunda fermentação em garrafa à maturação sobre as leveduras.



Método tradicional
“Precisão, frescor e tempo: três elementos que sustentam a identidade de uma grande cuvée.”
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Na elaboração pelo método tradicional, cada etapa preserva frescor, equilíbrio e identidade: da seleção das uvas ao assemblage, da segunda fermentação em garrafa à maturação sobre as leveduras.
There’s more pressure than in other teams, but for me it’s not a problem. It’s a positive pressure that stimulates you to do well”.

Na elaboração pelo método tradicional, cada etapa preserva frescor, equilíbrio e identidade: da seleção das uvas ao assemblage, da segunda fermentação em garrafa à maturação sobre as leveduras.


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Da uva à garrafa
O tempo como matéria-prima

Champagne exige controle em todas as etapas. Do estado da uva ao repouso final da garrafa, pequenas decisões mudam acidez, textura, pressão, aromas e longevidade.

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A seleção começa no vinhedo, com foco em equilíbrio entre maturidade, frescor e sanidade.

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A extração deve ser delicada para separar frações e preservar pureza e acidez.

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Vinhos-base são combinados para construir identidade, continuidade e complexidade.

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A garrafa repousa sobre as leveduras; é o tempo que integra mousse, textura e aromas.


O tempo como matéria-prima

Vindima
A elaboração começa muito antes da garrafa. O estado da uva, a acidez e a escolha das parcelas determinam o potencial do vinho-base e a precisão das etapas seguintes.
Role para explorar Deslize para o lado
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Seleção das uvas
A colheita busca preservar frescor e integridade. Uvas sadias e bem selecionadas permitem uma prensagem mais limpa e vinhos-base com maior definição.
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Prensagem delicada
Na prensagem, a prioridade é extrair o mosto com delicadeza. Separar corretamente as frações ajuda a preservar acidez, pureza e potencial aromático.

A clarificação do mosto prepara uma fermentação limpa e permite que a fruta se expresse sem excessos.
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Vinificação
Os mostos fermentam até se tornarem vinhos-base secos. É nessa fase que precisão microbiológica e controle de temperatura ganham importância.

Depois da fermentação, cada vinho-base é avaliado por acidez, textura, fruta e comprimento. Essas leituras orientam o assemblage.
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O tempo como matéria-prima

Prensagem
No assemblage, pequenas decisões mudam o resultado. A combinação de variedades, parcelas e vinhos de reserva define equilíbrio e identidade.
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Assemblage
O assemblage pode reunir diferentes variedades e origens para alcançar consistência, tensão e profundidade antes da segunda fermentação.

Chardonnay pode trazer precisão e longevidade; Pinot Noir, estrutura; Meunier, fruta. A proporção entre eles varia conforme o estilo e a intenção da cuvée.
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Tiragem
Na tiragem, vinho-base, leveduras e açúcar são engarrafados para iniciar a segunda fermentação dentro da própria garrafa.

O dióxido de carbono produzido nessa fermentação permanece dissolvido no vinho. É assim que se forma a efervescência natural do método tradicional.
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Prise de mousse
Com a pressão formada, a garrafa entra em maturação. O contato com as leveduras acrescenta textura e notas autolíticas como pão, brioche e frutos secos.
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O tempo como matéria-prima

Assemblage
Depois da maturação, começa a preparação para retirar os depósitos sem perder a efervescência construída durante o repouso.
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Remuage
O remuage gira e inclina gradualmente as garrafas para conduzir as leveduras sedimentadas até o gargalo.
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Dégorgement
No dégorgement, o depósito concentrado no gargalo é removido. A operação deve preservar pressão, limpeza e estabilidade do vinho.
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Dosage
Após o dégorgement, o dosage pode ajustar o equilíbrio final. A quantidade utilizada ajuda a definir categorias de doçura e o estilo da cuvée.

O dosage deve integrar-se à acidez e à textura; quando bem calibrado, ele sustenta o vinho sem esconder sua origem.
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Repouso final
Após o fechamento, a garrafa repousa novamente para integrar o licor de expedição e recuperar equilíbrio antes do serviço.

Na taça, a mousse deve ser fina e persistente, com acidez viva, textura integrada e aromas que evoluem do primeiro ao último gole.
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O tempo como matéria-prima

Maturação
O tempo de maturação é uma das ferramentas mais importantes do método tradicional. Ele transforma textura e complexidade sem necessidade de efeitos artificiais.
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Maturação sobre as leveduras
Durante a maturação, compostos das leveduras passam gradualmente ao vinho. Esse processo de autólise contribui para cremosidade e aromas de pão, brioche e frutos secos.
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Serviço
Servido na temperatura adequada e em uma taça que permita expressão aromática, o Champagne mostra melhor sua textura, frescor e evolução no copo.
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